Vermelho vibrante, personalidade marcante
Lóris Amor-Amor
Lorius garrulus
Plumagem vermelha, asas verdes e detalhes amarelos: um lóris de presença inconfundível.
Ilhas Molucas do Norte, Indonésia
28–32 anos
Referências de longevidade; não são garantia individual.

01 / ORIGEM E COMPORTAMENTO
Uma história natural.
O Lóris Amor-Amor apresentado aqui é Lorius garrulus, também conhecido como chattering lory. Vive nas florestas das Molucas do Norte, na Indonésia. É ativo e vocal, com forte necessidade de enriquecimento. Distingue-se do lóris-arco-íris Trichoglossus moluccanus. A foto enviada é compatível com a espécie; a subespécie não foi determinada apenas pela imagem.
02 / MANEJO E ALIMENTAÇÃO
Cuidar começa pela rotina.
Alimento completo específico para lóris nectarívoros, formulado para suas necessidades e com controle de ferro. Frutas e vegetais compatíveis complementam o plano definido pelo veterinário. Não substituir essa base por sementes, extrusada genérica ou água com açúcar.
Água limpa, comedouros higienizados e observação diária do consumo fazem parte da rotina. A mudança de dieta deve ser gradual e monitorada. Folhas, legumes e frutas precisam estar lavados e sem resíduos de agrotóxicos.
Ambiente que permite ser ave
Ofereça poleiros de diâmetros variados, materiais seguros para roer, banho e busca por alimento. Evite fumaça, aerossóis, metais acessíveis e utensílios superaquecidos com revestimento antiaderente. Alterações de peso, apetite ou fezes pedem avaliação profissional.
03 / REPRODUÇÃO E INSTALAÇÕES
Espaço, tempo e respeito.
Recinto de referência
Viveiro de voo com área protegida, piso lavável e drenagem, ou instalação suspensa sobre piso de fácil limpeza. Planejar as dimensões conforme o casal e a rotina de exercício; oferecer banho e materiais seguros para explorar.
Essas medidas são referências de manejo, não um mínimo legal universal. Planeje também largura, altura, segurança da malha, área abrigada, sombra, ventilação e espaço para abrir totalmente as asas. O maior comprimento útil de voo possível é preferível.
Caixa-ninho
Referência de caixa diagonal de madeira segura: 40,6 × 20,3 × 30,5 cm. Ajustar o desenho e a entrada ao casal.
Prefira madeira maciça sem tratamento tóxico, superfície interna firme, ventilação e acesso para inspeção. MDF não é a opção preferencial: umidade, poeira e adesivos, além de bordas roídas, exigem avaliação cuidadosa. Evite vernizes, pontas e farpas acessíveis.
Época e filhotes
Referência de dois ovos por postura e saída do ninho em 10–11 semanas. Na natureza, há registros de reprodução em junho, com jovens voando de outubro a novembro; no Brasil, o calendário depende de clima e condição do casal. Saída do ninho não significa desmame.
Reproduzir apenas aves maduras, saudáveis e compatíveis. Acompanhe o crescimento sem manipulação excessiva, mantenha registro individual e respeite o repouso dos reprodutores. Alimentação manual exige treinamento; transferência apenas após independência alimentar confirmada.
Guia educativo. O manejo individual depende de espécie, idade, condição clínica e avaliação veterinária.
Referência da espécie: World Parrot Trust ↗Converse com quem também ama aves
