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CRIATÓRIO MORAISAVES EXÓTICAS · EST. 2023
Espécies / Lóris Amor-Amor

Vermelho vibrante, personalidade marcante

Lóris Amor-Amor

Lorius garrulus

Plumagem vermelha, asas verdes e detalhes amarelos: um lóris de presença inconfundível.

ORIGEM

Ilhas Molucas do Norte, Indonésia

LONGEVIDADE

28–32 anos

Referências de longevidade; não são garantia individual.

Lóris Amor-Amor, imagem ilustrativa da espécie
Fotografia ilustrativa · não representa ave disponível.

01 / ORIGEM E COMPORTAMENTO

Uma história natural.

O Lóris Amor-Amor apresentado aqui é Lorius garrulus, também conhecido como chattering lory. Vive nas florestas das Molucas do Norte, na Indonésia. É ativo e vocal, com forte necessidade de enriquecimento. Distingue-se do lóris-arco-íris Trichoglossus moluccanus. A foto enviada é compatível com a espécie; a subespécie não foi determinada apenas pela imagem.

02 / MANEJO E ALIMENTAÇÃO

Cuidar começa pela rotina.

Alimento completo específico para lóris nectarívoros, formulado para suas necessidades e com controle de ferro. Frutas e vegetais compatíveis complementam o plano definido pelo veterinário. Não substituir essa base por sementes, extrusada genérica ou água com açúcar.

Água limpa, comedouros higienizados e observação diária do consumo fazem parte da rotina. A mudança de dieta deve ser gradual e monitorada. Folhas, legumes e frutas precisam estar lavados e sem resíduos de agrotóxicos.

Ambiente que permite ser ave

Ofereça poleiros de diâmetros variados, materiais seguros para roer, banho e busca por alimento. Evite fumaça, aerossóis, metais acessíveis e utensílios superaquecidos com revestimento antiaderente. Alterações de peso, apetite ou fezes pedem avaliação profissional.

03 / REPRODUÇÃO E INSTALAÇÕES

Espaço, tempo e respeito.

Recinto de referência

Viveiro de voo com área protegida, piso lavável e drenagem, ou instalação suspensa sobre piso de fácil limpeza. Planejar as dimensões conforme o casal e a rotina de exercício; oferecer banho e materiais seguros para explorar.

Essas medidas são referências de manejo, não um mínimo legal universal. Planeje também largura, altura, segurança da malha, área abrigada, sombra, ventilação e espaço para abrir totalmente as asas. O maior comprimento útil de voo possível é preferível.

Caixa-ninho

Referência de caixa diagonal de madeira segura: 40,6 × 20,3 × 30,5 cm. Ajustar o desenho e a entrada ao casal.

Prefira madeira maciça sem tratamento tóxico, superfície interna firme, ventilação e acesso para inspeção. MDF não é a opção preferencial: umidade, poeira e adesivos, além de bordas roídas, exigem avaliação cuidadosa. Evite vernizes, pontas e farpas acessíveis.

Época e filhotes

Referência de dois ovos por postura e saída do ninho em 10–11 semanas. Na natureza, há registros de reprodução em junho, com jovens voando de outubro a novembro; no Brasil, o calendário depende de clima e condição do casal. Saída do ninho não significa desmame.

Reproduzir apenas aves maduras, saudáveis e compatíveis. Acompanhe o crescimento sem manipulação excessiva, mantenha registro individual e respeite o repouso dos reprodutores. Alimentação manual exige treinamento; transferência apenas após independência alimentar confirmada.

Guia educativo. O manejo individual depende de espécie, idade, condição clínica e avaliação veterinária.

Referência da espécie: World Parrot Trust ↗

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